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Não caia nas armadilhas do início

Em algum momento, todos os fotógrafos já foram amadores. Quando se começa a fotografar é muito fácil ter a impressão que não se tem o equipamento ou a experiência necessária para ser um bom fotógrafo, o que leva muita gente a sentir insegurança e desistir da fotografia.

Essa é uma lista com as cinco armadílhas em que os fotógrafos amadores caem mais frequentemente e um manual de sobrevivência para superá-las:

  • “Minhas fotos são ruins.” Não é incomum ter a impressão de que as próprias fotos são ruins. Todos começam da mesma forma: sem saber nada. Aprender sobre a própria câmera pode ser um caminho difícil e haverá muitas fotos ruins para cada foto boa que você fizer. Essa é a natureza do aprendizado, a cada nova foto você melhora um pouco. Não caia na armadílha de acreditar que deveria estar conseguindo fotografias perfeitas a curto ou médio prazo.
  • “Meu equipamento não é bom o suficiente.” Equipamento caro e sofisticado não significa que as fotos serão necessariamente melhores. Se você não consegue tirar proveito de todo o potencial da sua câmera, nem a melhor câmera do mundo te ajudará a ter fotos boas. Imagens fantásticas são feitas com todos os tipos de equipamento, o mérito é sempre do fotógrafo.
  • “Estou fazendo tudo errado” Não existem maneiras “erradas” de fotografar. Muitos iniciantes sentem-se inadequados porque não entendem as configurações manuais e não conseguem utilizá-las muito bem. Não caia nessa armadilha! Usar a configuração automática não é uma coisa ruim e é, na verdade, um ótimo lugar para iniciar sua jornada fotográfica. Experimente usar as funções manuais individualmente e só faça a transição quando estiver se sentindo confiante.

    Não existe nenhum motivo para ter medo de fuçar e experimentar com as configurações manuais e, mesmo que você esbarre em algumas fotos horríveis, o botão DELETE sempre estará lá para te salvar.

  • “Eu nunca serei capaz de fotografar como os profissionais.” Lembre-se: os profissionais já foram amadores também. Então ao invés de temê-los como possíveis críticos, utilize-os como inspiração para praticar e crescer. Todos precisam começar em algum lugar, estude e aprenda.
  • “Não posso pagar por programas de edição.” Photoshop e Lightroom podem ainda não estar no seu arsenal e talvez nunca estejam, mas não tema! Existem muitas alternativas e muitas são gratuitas. Pesquise e descubra qual atende melhor às suas necessidades.
  • Não caia nessas armadilhas, elas podem te desanimar e fazer duvidar do seu próprio talento. Não desista! Continue fotografando e veja como você e suas fotografias melhoraram.

    Texto adaptado do original em inglês de Laura Radniecki.

    A importância da abertura na fotografia digital

    Se existe uma técnica na fotografia digital para obter imagens bem definidas que você precisa aprender, é o bom uso da abertura. Sabendo utilizar a abertura da maneira correta, você terá controle total da imagem e liberdade criativa sobre diversos fatores.

    Na fotografia digital existem várias medidas de controle de luz, como ISO, velocidade do obturador e abertura. O mais importante ao começar a fotografar é entender o funcionamento da abertura e como ela controla vários aspectos da fotografia digital.

    Como você já deve saber, as imagens da fotografia digital dependem fundamentalmente da quantidade de luz que alcança o sensor. A abertura, medida na unidade F, é importante para designar quanta luz a câmera receberá. A unidade é definida por uma fração de f/x, portanto quanto maior for o número x, menor será a abertura. Uma abertura de f/8 é muito menor que f/2, por exemplo.

    Uma abertura maior permitirá que mais luz chegue ao sensor e com isso você tem a possibilidade de utilizar uma maior velocidade do obturador para obter a mesma quantidade de luz em um menor espaço de tempo. Isso é especialmente útil em situações de baixa luminosidade e movimento rápido, como em alguns esportes ou fotografando cachoeiras ao final da tarde. Aumentando a abertura você tem a chance de congelar um movimento no tempo e a câmera sequer terá tempo para pensar em tremer. Se feito corretamente, você terá imagens definidas e sem qualquer borrão.

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    É importante notar também que você também terá uma profundidade muito mais definida. Isso desfocará o fundo, dando muito mais definição e importância ao objeto fotografado no primeiro plano. Esse efeito tem uma ótima relação com retratos.

    Por outro lado, uma abertura menor nas suas fotografias te proporcionará a oportunidade de usar uma velocidade menor com o obturador. Uma vez que a luz que chega ao sensor diminui, o obturador precisará responder de acordo.

    Uma abertura menor aumenta o alcance do foco, o que resultará em planos de fundo com maior definição. Qualquer dificuldade que você possa vir a ter com luzes e movimentos provavelmente podem ser corrigidas com a abertura correta.

    Um bom controle de abertura é difícil de ser encontrado nas câmeras mais simples, estando disponível normalmente nas DSLRs.

    Como escolher uma câmera de bolso?

    As câmeras de bolso fazem parte do maior segmento de câmeras digitais puras, aquelas sem celular. São as famosas câmeras aponte-e-dispare, modelos de uso mais simples que tiram ótimas fotos com o menor esforço possível.

    Ao contrário das DSLRs, que oferecem maior controle manual sobre a imagem e lentes intercambiáveis, as câmeras de bolso controlam sozinhas a velocidade do obturador, abertura, foco e a sensibilidade da imagem para obter a melhor foto possível com o menor tamanho de equipamento.

    Com centenas de modelos para escolher, decidir qual câmera cabe no seu orçamento e atende as suas necessidades pode não ser tão simples. Seguindo essas cinco regras você terá toda a ajuda que precisa para colocar as melhores câmeras em foco:

  • Pesquise, leia análises e não se deixe levar apenas pela marca do equipamento. Nomes grandes como Canon, Nikon, Sony e Panasonic fabricam algumas das melhores câmeras do mundo, mas isso não significa que todos os produtos sejam perfeitos. Mesmo quando uma dessas empresas trabalham com outras grandes empresas, como a parceria da Sony com a fabricante de lentes Carl Zeiss ou da Panasonic com a Leica, não há garantia de que a câmera será excelente apenas pelos nomes. Então leia análises e talvez você se surpreenda com qual câmera escolherá.
  • Mais megapixels não significam necessariamente fotos melhores. Hoje em dia é difícil encontrar qualquer câmera com menos de 6 megapixels, e isso é o suficiente para fazer revelações enormes de 30×40cm, mais ou menos o tamanho de uma folha A3.
  • Não menospreze a tela. Cada vez mais câmeras abrem mão do viewfinder tradicional em favor de telas cada vez maiores. Mesmo que você encontre um modelo com viewfinder, é bem provável que seja pequeno e com funcionalidade limitada, então é importante conseguir o melhor LCD que você puder encontrar. Para as câmeras de bolso, o tamanho do LCD variam de 2.5 a 3.5 polegadas. Quanto maior for a tela, mais cara tende a ser a câmera, sem necessariamente tirar fotos melhores. As melhores relações de custo benefício hoje estão na faixa dos 2.7 a 3 polegadas.

    Se puder, teste a câmera antes de comprar para ver se os controles e as cores da tela te agradam. Um bom display de LCD vai apresentar pouco ou nenhum motion blur ou, em outras palavras, as imagens não devem deixar rastros. Contrasta também é importante, LCDs sem um balanço bom de brilho e contraste podem ser difíceis de ver sob a luz do sol. Telas de toque estão ficando cada vez mais populares, mas elas podem gastar muita energia da bateria.

  • Procure vídeos em alta-definição. Além de fotografias, a enorme maioria das câmeras podem filmar vídeo. Câmeras que filmam em alta-definição estão se tornando cada vez mais populares e abundantes. Além de fazer grande diferença na qualidade final do vídeo, a sites como o Youtube já suportam essas resoluções maiores. Essas câmeras normalmente também contam com um cabo HDMI que te permitirão ligar a câmera diretamente em uma televisão mais nova com a maior qualidade disponível.
  • Economize comprando a melhor câmera do ano passado. Enquanto as inovações nas câmeras avançam em passos rápidos, como acontece com computadores e celulares, elas têm uma vida útil muito maior. Se uma câmera tirava ótimas fotos ano passado, continuará tirando ótimas fotos hoje. Você pode não ter os recursos mais recentes, mas a qualidade continuará lá. Os preços dessas câmeras caem bastante quando as novas versões são anunciadas e você pode economizar muito comprando uma câmera muito melhor que os modelos mais simples atuais.
  • Fotografando Bebês: Chegue perto.

    Semana passada postamos um texto da fotógrafa Elizabeth Halford sobre como fotografar gestantes sem deixar a foto artificial. As chances são de que, se as fotos ficarem boas, quem fotografou a mãe seja também seja chamado para fotografar o bebê quando ele nascer, não importando se foi um profissional ou um amigo da família.

    Fotografar crianças muito pequenas pode ser difícil, porque eles ainda são muito novos para fazer qualquer coisa além de ficarem deitados com uma ou outra expressão no rosto de vez em quando.

    Uma das técnicas em especial que produzem belíssimas fotos de bebês é fotografar apenas uma parte da criança. Preencha o quadro com uma imagem bem iluminada dos pés do bebê, ou das mãos, nariz ou orelhas.

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    Chegar perto é importante porque acentua os detalhes dos corpos tão pequenos dessas crianças; quanto mais novas forem, maior o impacto entre o tamanho e quantidade de detalhes.

    Lembre-se de utilizar o modo macro nas câmeras mais simples. Se você tiver uma DSLR a melhor opção e investimento é uma lente macro. Brincar com as cores nessas fotos com escala de cinza e sépia pode ser eficaz em realçar a harmonia natural de um pezinho ou mãozinha.

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    Se quiser fotos ainda mais sensíveis e especiais, inclua de alguma forma os pais e algum sentido nas imagens. A mão de um dos pais não só vai deixar ainda mais claro o tamanho da criança, como vai adicionar a uma foto já muito importante para os pais significados enormes.

    FOTOGRAFE MAIS+

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    Não importa se você é fotógrafo amador ou se quer se profissionalizar, fotografar bem leva tempo. Você pode fazer vários cursos, mas no final o que você aprende pelas suas experiências pessoais é o que te define como fotógrafo. Por isso queremos que você fotografe mais para fotografar melhor.

    Siga as dicas do nosso blog, faça aulas e experimente coisas novas. Quando precisar de uma opinião, mande-nos uma mensagem pelo Twitter com a sua foto e a hashtag #fotomais. Você receberá a opinião de um ou mais fotógrafos profissionais sobre a sua composição e dicas de como melhorar a sua técnica.

    Para começar bem, durante o resto do mês de março, daremos uma revelação gigante para as fotografias melhores escolhidas pelos nossos fotógrafos. Então aumente a resolução da sua câmera e fotografe. Não há tema nem regras, seja criativo, receba nossas dicas e você ainda pode levar a sua imagem revelada em altíssima qualidade para casa.

    Organizando suas fotos no computador: iPhoto e Picasa

    Manter suas imagens organizadas no computador pode não ser trabalho fácil. Se você nunca as organizou e as tem espalhadas por várias pastas aleatórias no seu disco rígido, o trabalho pode ser ainda mais desgastante. A organização das fotos é muito mais importante do que pode parecer. As chances de você perder suas imagens são muito maiores se não estiverem organizadas em um lugar só, seja por não lembrar onde estão ou por esquecer de fazer o backup antes de apagar tudo do computador.

    A maneira mais genérica de organizar fotos é através de pastas. Isso pode ser feito em qualquer computador e você pode usar a estrutura que quiser para isso. Recomendamos que sejam feitas pastas para o ano e dentro dessa pasta haja outras com o nome dos eventos. Você pode ainda criar outras pastas dentro das de ano com os meses individuais, assim você tem mais controle de onde estão seus arquivos.

    Navegar por pastas, contudo, não é uma experiência muito agradável. Com essas necessidades em mente, alguns programas foram criados para te auxiliar nesse trabalho braçal. Os programas abaixo são os mais populares e sua experiência com eles pode variar. Para quem nunca organizou imagens, algum tempo pode ser necessário se adaptar às ferramentas que, com o tempo, se tornarão essenciais.

    iPhoto

    O primeiro programa que merece destaque é o iPhoto, da Apple. Infelizmente esse aplicativo não está disponível para computadores rodando Windows e é compatível somente com os computadores fabricados pela própria Apple.

    Atualmente na versão ‘09, o iPhoto permite que você organize as fotos das seguintes formas:

  • Eventos, como aniversários, show e festas.
  • Data, mostrando todas as suas fotos na ordem em que foram tiradas
  • Rostos, através da tecnologia de reconhecimento facial que te ajuda a agrupar as fotos da mesma pessoa;
  • Lugares, adicionados automaticamente nas câmeras com GPS integrado ou manualmente pela interface do programa.
  • A sua biblioteca de fotos é organizada pelo iPhoto sem que e você precise se preocupar com pastas. Essa organização ainda te ajuda a fazer uma cópia de segurança; apenas salve o arquivo “iPhoto Library” em algum Pen Drive ou DVD que poderá restaurar sua biblioteca e todas as alterações feitas. Em conjunto a outro programa da Apple, o Time Machine, essas cópias de segurança podem ser feitas automaticamente.

    Ao conectar uma câmera digital o programa iniciará sozinho e te auxiliará na organização das novas fotos, pedindo que você nomeie os eventos e confirme os rostos.

    O iPhoto ainda te dá poderosas funções de edição e nenhuma edição feita as suas fotos é permanente; você pode recortar uma foto e o iPhoto salvará uma cópia da original para que a alteração possa ser revertida a qualquer momento.

    Compartilhar fotos é fácil, seja via e-mail ou para enviá-las ao Facebook ou o Flickr sem nem precisar entrar nos sites. Ele ainda cria belíssimos Slideshows para que você possa mostrar aos seus amigos as fotos da sua viagem sem aquela monotonia de passar foto por foto.

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    O iPhoto’09 vem gratuitamente com todos os Macs novos e as atualizações precisam ser compradas.

    Picasa

    O Picasa é a solução do Google para a organização das suas fotos. Está disponível tanto para PCs com Windows como para Macs.

    Na versão atual, 3.6, o Picasa se equiparou em recursos a alternativa da Apple e agora também conta com recursos de reconhecimento facial e organização de fotos por lugares.

    Se no iPhoto você não precisa se preocupar com pastas, no Picasa as pastas que aparecem no programa são de fato as pastas no seu disco rígido. Assim, excluir uma foto pelo Picasa resulta na imagem também sendo apagada da pasta do computador.

    Para quem tem fotos já organizadas em pastas, utilizar o Picasa é uma questão de minutos, o programa então se encarregará de organizar suas novas fotos nas pastas corretas. Já para quem tem fotos espalhadas no computador, o programa fará uma busca pelos arquivos e perguntará quais devem ou não ser exibidos.

    O programa também tem efeitos e recursos de edição suficientes para qualquer fotógrafo amador e as alteraçãos feitas nas imagens não substituem os arquivos originais. Assim, se você quiser aplicar efeitos nas suas fotos, não precisa se preocupar em perder a original, pois o Picasa faz uma cópia de segurança automaticamente.

    Para que você possa organizar melhor, sem se preocupar em ter arquivos repetidos, você ainda pode criar álbuns e gerenciar etiquetas. O site do produto, onde ele pode ser baixado gratuitamente para PCs e Macs, tem um guia de primeiros passos que te ajudará a entender o funcionamento da interface.

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    Você ainda poderá compartilhar suas imagens facilmente via e-mail ou através do Picasa Web Albuns, um serviço gratuito que colocará suas fotos na internet. Você pode optar por compartilhar essas fotografias com todos ou apenas com as pessoas que você escolher.

    Fotografando gestantes: estúdio ou locação?

    Quando você faz fotografias de futuras mamães, você prefere fazê-las em um ambiente controlado ou prefere levá-la para alguma locação?

    Todo tipo de fotografia apresenta seus desafios, prós e contras e, como não poderia deixar de ser, fotografar gestantes têm seus próprios desafios. Conhecendo-os você poderá se preparar melhor para as sessões fotográficas.

    Estúdio:

    bumo.jpgPrós:

  • Ambiente controlado, sem sol para atrapalhar.
  • Ambiente discreto, especialmente importante para as mães que se sentem desconfortáveis mostrando a barriga em público.
  • Assim que tiver tudo preparado você pode se concentrar nas fotografias da mãe e sua barriga sem se importar com os desafios da locação.
  • Contras:

  • Estúdios podem ser monótonos se você não tiver algumas idéias geniais para tornar as fotos especiais. Sim, as barrigas são as coisas mais especiais e todos os pais deveriam tirar as típicas fotos com as mãos na barriga, mas prepare-se, porque quanto mais fotografias você tira, mais parecidas elas ficam umas com as outras.
  • Fotografias em estúdio são ótimas quando você quer fotografar só a barriga, mas quando você está tentando capturar alguma emoção ou expressão facial mais relaxada, estúdios podem ser um problema. A não ser que a mãe esteja acostumada a ser fotografada e confortável em frente à câmera, as expressões normalmente não saem muito naturais.
  • Resumindo:Ao final da sessão, quando os pais estiverem confortáveis ou achando que você está fotografando só a barriga, é possível conseguir fotos mais relaxadas, mas em geral é recomendável usar essas sessões apenas para as fotos da barriga com uma boa iluminação.

    Locação:

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    Prós:

  • Locações permitem oferecer um serviço mais personalizado, incorporando as individualidades do casal. Locações podem ser urbanas, rurais, formais ou casuais.
  • Para casais que não conseguem relaxar em frente à câmera, fotografar em locações pode ajudá-los a fingir que o fotógrafo sequer está presente, o que facilita conseguir imagens muito mais românticas e que representam um momento muito mais intenso.
  • A gravidez é um evento orgânico e natural. Fotografar em estúdios faz com que algumas imagens tenham um clima desconfortável. Mesmo para quem vê as fotografias, locações proporcionam fotos mais sinceras que representam melhor a ocasião.
  • Contras:

  • Sua atenção fica dividida. Você não pode se concentrar apenas na mãe, é necessário controlar cada aspecto e configuração da câmera, do clima, da iluminação, etc…
  • Todo mundo adora uma grávida e isso significa que pessoas que estiverem passando podem não achar inapropriado ficar assistindo a sessão. Isso pode ser muito desconfortável para a mãe e o pai e a não ser que eles tenham uma personalidade forte o bastante para lidar com a situação, é recomendável escolher um lugar mais privado.
  • Resumindo: Esse é um tipo de fotografia que precisa de muito mais atenção. São trabalhos mais difíceis que testam sua versatilidade e criatividade, mas o resultado é muito gratificante.

    É recomendável fazer as duas sessões, tirar algumas fotografias em estúdio e depois levar os pais para uma locação. Mais fotos para escolher resulta em pais mais felizes.

    Adaptado do texto original em inglês de Elizabeth Halford.

    Utilizando o balanço de brancos como ferramenta criativa

    Recentemente falamos sobre como o balanço de brancos é importante para obter fidelidade de cores nas suas fotografias, contudo há situações em que o fotógrafo pode não querer exatamente as cores que a situação oferece.

    Muitas câmeras, principalmente as DSLRs, te dão a possibilidade de adicionar filtros de cores, mas eles podem ser caros e nem todas as câmeras oferecem essa possibilidade. Utilizando o balanço de brancos da sua câmera você pode conseguir alterar as cores da sua imagem, não só para corrigí-las, mas também para mudar a sensação passada pela fotografia.

    Utilizando o balanço de brancos com criatividade e um pouco de tentativa e erro, você pode mudar radicalmente a impressão passada pela imagem. Através dessas tentativas pode-se passar a impressão de um dia nublado, mesmo em uma imagem capturada em um dia ensolarado.

    Pensando nisso, algumas câmeras com funções mais avançadas oferecem também a opção de serem fixadas em um tripé e tirarem imagens seqüenciais do mesmo objeto, cada uma com um balanço de branco sutilmente diferente, para que você possa comparar e escolher a que melhor te agrada.

    Manuais de câmeras

    Um bom fotógrafo você precisa de mais que técnicas fotográficas, teoria e criatividade, para ser um bom fotógrafo você também precisa ter total controle sobre o seu equipamento. As câmeras de hoje evoluíram muito em termos de qualidade e usabilidade; mesmo nas câmeras mais sofisticadas é possível operar seus comandos básicos sem grandes dificuldades.

    Navegar pelos menus e testar são ótimas maneiras de se aprender essas funções, mas ainda há quem prefira ler os manuais. Na verdade, ler os manuais é recomendável mesmo para quem já se sente em total controle da própria câmera; neles, além de poder aprender alguma coisa que possa ter passado despercebida, você ainda terá informações de como prolongar a vida útil de sua máquina, como instruções de transporte, manutenção e condições ideais para o seu uso.

    Para quem comprou uma câmera usada, há boas chances de que ela não tenha vindo com os manuais. Nas câmeras novas, principalmente as importadas, ainda há o risco de não terem sido escritos em um idioma conhecido. Se por algum motivo você não tiver acesso a estes manuais, a internet pode te dar uma força. O site das fabricantes é o primeiro lugar a procurar pelo manual da sua câmera. Infelizmente nem todas oferecem o manual nas línguas que procuramos. As poucas que oferecem todos os manuais em português, gratuitamente, são a Sony e a Olympus. Outras, como a Canon e a Fujifilm acreditam que fornecer os manuais gratuitamente poderá estimular a venda de produtos com entrada ilegal no país.

    Os sites Manual Digital e Foto Digital Brasil são ótimos lugares para obter acesso aos manuais de diversas câmeras de várias marcas. Se a sua câmera for de uma das fabricantes que não disponibilizam o manual, você ainda pode fazer uma pesquisa no site de buscas de sua preferência. As chances de você encontrar o manual da sua câmera por esse método são muito grandes, já que muitos usuários digitalizam seus manuais e os disponibilizam em fóruns de fotografia.

    Em último caso você pode solicitar o manual através do Serviço de Atendimento ao Consumidor da fabricante da sua câmera. Um bom atendimento te fornecerá os manuais por e-mail e alguns até poderão te enviar uma cópia impressa. É sempre bom lembrar de um fabricante que se recuse a fornecer assistência na sua próxima compra.

    Se tiver dificuldades em encontrar o manual da sua câmera, fale conosco no Twitter e faremos o possível para ajudar.

    O que é o balanço de brancos?

    O balanço de brancos é um aspecto da fotografia digital que muitos fotógrafos amadores não entendem ou tiram proveito. Como todo aspecto técnico, aprender o que é e como funciona o balanço de brancos pode ser muito recompensador.

    Da maneira mais resumida possível, podemos dizer que a razão pela qual ajustamos o balanço de brancos é para que as cores da imagem tenham maior fidelidade às da situação fotografada.

    Você já deve ter percebido ao olhar uma fotografia que algumas imagens parecem amareladas, esverdeadas, com cores muito quentes ou muito frias, quando comparadas à realidade. A razão para isso é que as diferentes fontes de luz variam em cor/temperatura. Por exemplo, lâmpadas fluorescentes, também chamadas de lâmpadas frias, podem deixar as fotos azuladas, enquanto as lâmpadas incandescentes tendem a deixar as fotografias alaranjadas.

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    Normalmente nós não notamos essas diferenças porque nossos olhos se adaptam rapidamente à elas. A não ser que a temperatura da cor da luz varie muito, uma folha de papel nos parece branca em qualquer situação. Com as câmeras, o processo não é bem assim; elas não têm a “inteligência” necessária para fazer esses ajustes automaticamente e as vezes precisam que a digamos como tratar iluminações diferentes.

    A maneira de ajustar o balanço de brancos varia muito de câmera para câmera, então você pode precisar olhar o manual ou fuçar os botões para entender como fazer as mudanças. A maioria das câmeras têm modos automáticos ou semi-automáticos para te ajudar a fazer os ajustes.

    O normal é que as câmeras mais simples tenham pré-definições, como “Automático”, “Luz incandescente”, “Fluorescente”, “Luz do sol”, “Dia nublado”, entre outros. O modo automático pode ter um resultado bem razoável para a maioria das fotos, mas o ajuste manual correto te dará mais controle sobre o resultado final. Não tenha medo também de usar uma pré-definição em uma situação diferente da indicada. Um exemplo disso é que no final de tarde, quando o sol ainda está forte mas com cores mais quentes, o ideal pode ser ajustar a câmera para o modo “Luz incandescente”.

    Utilizando essas pré-definições você terá um bom controle sobre o resultado final, mas algumas câmeras digitais profissionais ou mais sofisticadas te permitem configurar o balanço de brancos manualmente. Com essas câmeras você pode calibrar o branco de uma folha de papel para que ela esteja verdadeiramente branca e não fique com um tom amarelado ou azulado e utilizar essa calibragem para capturar qualquer foto na mesma situação. Sabendo a localização dessas funções nos menus da câmera, fazer os ajustes não é difícil e fazê-los é altamente recomendável.